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Vídeo: 'Mensalão 2.0' diz Cristiane Brasil ao comparar fraudes no Banco Master com escândalo de corrupção

Advogada e ex-deputada federal publicou vídeo nas redes sociais no sábado (29)

Por Da Redação
Às

Atualizado
Vídeo: 'Mensalão 2.0' diz Cristiane Brasil ao comparar fraudes no Banco Master com escândalo de corrupção

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A advogada e ex-deputada federal, Cristiane Brasil, publicou um vídeo nas redes sociais no sábado (29), no qual faz uma comparação entre o Mensalão, escândalo de corrupção que tornou-se público em 2005, e o atual esquema fraudulento do Banco Master.

Cristiane Brasil é filha do ex-presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, que inclusive foi condenado a 7 anos e 14 dias de prisão em 2012, por participação no esquema do Mensalão. Jefferson voltou a ser preso em dezembro de 2024, após ser condenado a mais 9 anos de prisão pelos delitos de atentado ao exercício dos Poderes, calúnia, homofobia e incitação ao crime, e atualmente responde em prisão domiciliar.

Cristiane já foi presa em setembro de 2020, acusada de participar de um esquema de desvios em contratos de assistência social realizados pela prefeitura e pelo governo do Rio de Janeiro. A acusação apontava para a participação dela em um esquema responsável por desviar cerca de R$ 120 milhões. Em outubro do mesmo ano, a Justiça concedeu liberdade a Cristiane.


'Mensalão 2.0'

No vídeo publicado nas redes sociais, Cristiane afirma que Augusto Lima, apontado como embaixador do Partido dos Trabalhadores (PT) dentro do Banco Master, comprou, em 2018, durante governo de Rui Costa (PT), a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), que inclusive geria a Cesta do Povo, programa social voltado as pessoas de baixa renda.

Cristiane detalha que com a Ebal vinculada a Augusto Lima, o projeto, que deveria ser administrado em leilão público, tornou-se contrato de exclusividade, o que permitia que o Banco Master emitisse cartões que os servidores públicos utilizariam em supermercados do Augusto Lima. Ela detalha que os valores adquiridos por esses cartões abasteciam o esquema do "Mensalão baiano".

A ex-deputada federal aponta que, com auxílio do senador Jaques Wagner (PT), Augusto Lima deixou de ser sócio do Banco Master, e abriu "vários empreendimentos de sucesso" utilizando recursos públicos.

Entre os empreendimentos citados, ela destaca o Instituto Terra Firme e pontua que o esquema reuniu integrantes do Partido Liberal (PL), PT, União Brasil (União), governadores e prefeitos na arrecadação para campanhas políticas, enquanto o Banco Master vendia títulos falsos para os fundos beneficiários.

Cristiane conclui o vídeo ao afirmar que o esquema é o mesmo do Mensalão, delatado pelo pai dela, e que só difere nos envolvidos e instituições participantes.


Confira vídeo:

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