Video: Pelo sim, pelo não, Viva a Convenção!

Foto: Divulgação
A convenção do União Brasil para o lançamento da campanha de ACM Neto ao governo da Bahia foi, para dizer o mínimo, exótica...
Tivemos um Neto contido, totalmente rendido ao teleprompter — obra de João Santana —, encarregado de ler em voz alta o que as pessoas apenas esperavam que ele sentisse e conseguisse verbalizar de forma convincente.
A impressão exata era de que nem ele mesmo acreditava no próprio discurso, talvez sufocado pelo desânimo geral do público: em sua maioria, servidores municipais "carinhosamente" dispensados do expediente para "participar" do evento. Tudo por "livre e espontânea pressão", conforme confidenciou uma fonte da Secretaria da Saúde (cujo anonimato será preservado, até porque a preservação do emprego dele dependia estritamente da presença na tal convenção e não vai ser eu que vou dedurar que ele não queria ir...).
Quanto aos "amigos" presentes, quem tentou dar o tom de "eu vim para brigar" foi o prefeito Bruno Reis. Ele não cansou de desferir críticas e cobranças ao governo de Jerôôônimooo Rodrigues, convenientemente esquecendo que suas próprias promessas costumam ficar no papel e que a população — basta conferir os comentários nas redes sociais — há muito tempo já não cai nessa conversa mole.
Já o "Zé Cocá-Cola sem gás" pareceu um tanto desmotivado ao descobrir que seu fiel exército de eleitores, que se deu o trabalho de comparecer para prestigiá-lo, resumiam-se a pouquíssimas almas (menos de dez, para ser exato, se dignaram a interagir quando ele chamou). Um verdadeiro sucesso que não acrescentou absolutamente nada à festa.
Sobrou, então, para Ângelo Coronel. Esse sim, inconformado com a apatia gélida daquele "público" presente de forma tão "voluntária" (#SQN), decidiu apelar para o improviso.
Numa tentativa bem-humorada de animar o defunto, digo, a "galera", resolveu canalizar o espírito do saudoso apresentador Gugu Liberato, trocando o clássico "Viva a Noite!" por um sonoro "Viva Neto!".
Aí sim tudo mudou: mudou para um silêncio ainda maior! Porque, no fim das contas, nem o espetáculo inusitado de ver um Senador da República entregue àquela cena foi capaz de arrancar qualquer reação da plateia.
Um encerramento digno para uma tarde memorável — para quem preferia não precisar fazer parte dela.
Carvalhada 1: Ô Ô, cadê a Transalvador?
Como em um passe de mágica, a Transalvador sumiu das imediações do evento, permitindo que carros parassem onde queriam.
Vídeos e fotos publicados na Internet mostram carros em cima da grama, parados em esquinas, estacionados de qualquer jeito e pasmem: nenhuma multa!
Mas o prefeito tava lá criticando outros políticos de "se aproveitarem" de cargos públicos para ter vantagens indevidas...Né Brunilds?
Confira o vídeo abaixo:


