Vídeo: O espetáculo da negligência soteropolitana!

Foto: Imagem feita por IA
O "cheerleader" oficial da prefeitura, ops, o alcaide Bruno Reis, segue irredutível na missão de atuar como o principal garoto-propaganda do QG de seu "Mestre & Guru", ACM Neto.
Enquanto isso, Brunildo vai encenando a mais perfeita desmemória: finge que não enxerga o apodrecimento dos equipamentos municipais inaugurados há tempos e hoje entregues à própria sorte, faz de conta que ignora as escolas caindo aos pedaços e fecha os olhos para a triste realidade de crianças que recebem pão murcho e suco ralo na merenda. São mazelas que só vêm à tona graças à resiliência de quem ainda ousa romper o silêncio. Na Salvador de hoje, o que se assiste é a um gestor que concluiu que zelar pelo patrimônio público não rende engajamento: o que importa mesmo é gerar conteúdo para o "feed" com novas ordens de serviço, perpetuando a ilusão de que ele despacha do Palácio Thomé de Souza e não dos palanques de uma disputa eleitoral que, convenhamos, nem é dele!
De vez em quando, o prefeito ainda gasta preciosos minutos inaugurando um campinho de grama sintética — um paliativo para a infância carente de infraestrutura pedagógica, mas que ao menos serve para garantir a pelada dos pais no fim de semana...
A verdade incontestável é que Bruninho está afadigado tentando salvar o pescoço político do padrinho. Afinal, se a investida de 2026 fracassar, o pleito municipal de 2028 vai se transformar num verdadeiro pandemônio. Pensem bem: se "Netoca" morde a poeira na corrida pelo governo estadual, qual será o próximo passo? Fica cristalino que o "Antônio Carlos" não tem estofo psicológico para amargar doze anos consecutivos sem mandato. E nessa dança das cadeiras, como fica a leal vice Ana Paula? E pior: como fica Léo Prates, que já espalhou aos quatro ventos que a vez é dele?
Para blindar o próprio feudo da implosão, o prefeito prefere abandonar a cadeira para a qual foi legitimamente votado — e cujos vencimentos polpudos caem religiosamente em dia — para apagar incêndio alheio.
Mas aí o distinto leitor se pergunta: será que o "BrunoFest, o Fest dos Fests", que não pode avistar um palanque sem subir, está genuinamente aflito com os imbróglios futuros de "Antônio Carlos", Ana Paula e Léo Prates? Evidentemente que sim, mesmo que Neto consiga retornar à cadeira de prefeito em 2028, em 2030 ele certamente tentará o Palácio de Ondina novamente...
E o que farão com Brunildo, já inteiramente contaminado pelo vírus da megalomania e do poder absoluto? Como diria a máxima bíblica, "haverá choro e ranger de dentes". Será que, após dois mandatos na vitrine, Bruno Reis aceitaria um melancólico rebaixamento ao secretariado? É bom lembrar que seu Guru, ACM Neto recusou terminantemente voltar a ser deputado federal...
O que realmente estarrece, para além do colapso urbano, da imundície acumulada sem coleta nas comunidades periféricas — (alô, Rei do Lixo, os cofres municipais arcaram com quase R$ 50 milhões para isso?) — e do rebaixamento contínuo da educação infantil, é ver o chefe do Executivo municipal comportar-se com o desassossego típico de um animador de auditório em busca de ibope. No fim das contas, transformar a gestão da oitava capital do país em um picadeiro permanente não passa de um cálculo cínico: enquanto o circo pegar fogo, o verdadeiro palhaço é o soteropolitano, que assiste a tudo pagando a conta da própria desgraça.
Carvalhada 1: Vamos judicializar?
Não conformados com a verdade, o "povo" de Bruno Reis agora resolveu tentar calar a imprensa judicializando... E olha que ainda nem começamos a falar direito viu?
Veja vídeo abaixo:


