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Vídeo: presidente do Novo afirma ter sido perseguida por dono da Kopenhagem no MT; versão de empresário diverge

Raquel Mattei e Carlos Eduardo trocaram acusações e apresentaram versões diferentes do caso

Por Da Redação
Às

Vídeo: presidente do Novo afirma ter sido perseguida por dono da Kopenhagem no MT; versão de empresário diverge

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A presidente do Partido Novo em Rondonópolis, Raquel Becker Mattei, publicou um vídeo nas redes sociais, na quinta-feira (4), no qual alegou ter sido perseguida por um homem, que segundo ela, seria Carlos Eduardo, o dono da Kopenhagem de Rondonópolis, no Mato Grosso.

Na publicação, enquanto narrava o fato, a empresária apresentou vídeos que mostram o momento em que o homem disfere diversos xingamentos contra ela durante a perseguição. Em determinado momento, ela estaciona o carro na entrada do condomínio em que mora, e passa a gritar por ajuda com a filha.

Na legenda da publicação, a mulher explicou que foi perseguida por mais de 4km devido a um adesivo que estava na parte traseira do carro conduzido por ela. O adesivo mencionado promove a campanha de Vinicius Santana, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Liberal (PL).

Em outro vídeo divulgado nas redes sociais, Raquel Mattei, afirmou que está bem e agradeceu pelas mensagens de apoio.


O que diz o empresário?

Em vídeo divulgado ainda na quinta-feira, Carlos Eduardo, empresário que aparece no vídeo compartilhado por Raquel Mattei, pediu desculpas pelo ocorrido, mas negou ter a ofendido por motivação política.

Carlos Eduardo narrou que a desavença inicial teria ocorrido após Raquel ter jogado o carro que conduzia contra o carro dele em avenida no município. O empresário afirmou não acreditar que a manobra tenha sido intencionou, pois segundo ele, a mulher utilizava o celular enquanto dirigia.

"Eu estava vindo pela [avenida] Lions, e um carro na frente veio para a pista em minha direção e quase bati o carro. Diante da situação, eu segui, abri o vidro e gesticulei para a pessoa: 'você não me viu?' Nesse momento vi que era a Raquel Mattei", explicou o empresário.

Segundo ele, a discussão não teria iniciado devido à manobra arriscada da mulher, mas por uma situação ocorrida no ano de 2022, que segundo ele, prejudicou os negócios da empresa, que segue fechada atualmente.

"Passamos a nos ofender, mas não ofendi ela devido ao incidente no trânsito. Começamos a nos ofender devido a uma situação no passado, em que fizeram uma lista após as eleições de 2022, na qual eram listadas lojas em que as pessoas de Rondonópolis não deveriam comprar, pois [essas lojas] eram petistas", relatou o dono da Kopenhagem.

Carlos Eduardo negou ser filiado a qualquer partido político e relatou que, inclusive, pediu para que a diretoria do Partido dos Trabalhadores (PT) publicasse uma nota na qual explicasse que ele não possui vínculo com a sigla. O empresário ainda detalhou a lista divulgada por aliados políticos de Raquel Mattei que teria prejudicado os negócios da Brasil Cacau e Kopenhagem.

"Tem os nomes aqui e minha loja está na segunda lista, tanto a Brasil Cacau, quanto a Kopenhagem. Essa perseguição já ocorre há muito tempo e eu aguentei calado. Queria dizer que não é essa versão que está sendo compartilhado. Fui prejudicado e eles [aliados políticos de Raquel Mattei] prejudicam pessoas até hoje", disse o empresário.

Por fim, Carlos Eduardo afirmou que registrou boletim de ocorrência contra Raquel Mattei pelos crimes de "calúnia, difamação e injúria", diante do caso, e afirmou que pretende resolver a situação de forma pacífica.

Confira relatos de Raquel Mattei e Carlos Eduardo:
 

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