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Após manifestações e denúncias, reitoria da USP cria comissão para promover diálogo com estudantes

Universidade foi alvo de diversas críticas de estudantes, que ocuparam a reitoria em ato realizado no fim de semana

Por Da Redação
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Após manifestações e denúncias, reitoria da USP cria comissão para promover diálogo com estudantes

Foto: Felipe Seriacopi/USP Imagens

A reitoria da Universidade de São Paulo (USP) divulgou a instauração da Comissão de Moderação e Diálogo Institucional, na quarta-feira (13), com o intuito de facilitar o diálogo com a comunidade estudantil.

A comissão foi instaurada após um mês de greve, que inclusive integrou outras universidades, como Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Ainda não há confirmação de uma data para o início das discussões, mas a reitoria defende que "profissionais com experiência em mediação e resolução de conflitos apoiarão a interlocução". A administração, inclusive, se comprometeu com diálogo construtivo, para avançar nas solicitações exigidas pelos cursos da Universidade.


Manifestações e denúncias

Durante o último fim de semana, estudantes realizaram assembleias e manifestações ao solicitar melhores condições na permanência estudantil.

Os estudantes requisitaram melhorias no restaurante universitário, onde houve uma denúncia de bichos misturados na comida, além de aumento das bolsas de auxílio para alunos de baixa renda, e revisão de programas de pós-graduação.

No domingo (10), a Polícia Militar retirou os estudantes de uma ocupação na reitoria da USP. Conforme relatado pelos manifestantes, os agentes utilizaram cassetetes, escudos, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo contra os estudantes.

A assessoria de imprensa do Diretório Central de Estudantes (DCE) informou que vários estudantes foram feridos durante a ação da polícia. As deputadas federais Erika Hilton (Psol-SP) e Sâmia Bomfim (Psol-SP) afirmaram, por meio das redes sociais, que adotaram medidas contra a ação da Polícia Militar de São Paulo.

Por meio de nota, a reitoria informou que solicitou protocolos de proteção do patrimônio a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, mas não recebeu informações sobre a desocupação realizada pela Tropa de Choque no domingo.

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