Caso Henry Borel volta a ser julgado nesta segunda, cinco anos após a morte do garoto
Mãe e padrasto de Henry estão presos desde abril de 2021.

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O julgamento do caso Henry Borel, morto aos 4 anos, em 2021, começa nesta segunda-feira (25), em meio a disputas entre defesa e acusação, pedidos de adiamento e versões conflitantes sobre o crime. O ex-vereador e então padrasto Jairo Souza Santos Júnior (sem partido), conhecido como Jairinho, e Monique Medeiros, mãe da criança, respondem por homicídio e tortura e negam participação na morte da criança.
O julgamento começa às 9h no plenário do 2° Tribunal do Júri - Fórum Central da Capital. Sete jurados serão responsáveis por decidir se Jairo e Monique são ou não culpados. Eles estão presos desde abril daquele ano. Monique chegou a deixar a prisão após a primeira tentativa de julgamento, em março deste ano, mas voltou a ser detida semanas depois, após decisão do STF.
Em março, o caso começou a ser julgado, mas foi adiado depois que a defesa dos acusados abandonou o plenário. Na ocasião, os advogados alegaram não ter tido acesso completo ao conteúdo de um notebook usado por Leniel Borel, pai de Henry, que foi anexado no processo. O ex-vereador também tentou transferir o julgamento para outra cidade, alegando que a repercussão do caso comprometeria a imparcialidade dos jurados.
O pedido dos advogados foi negado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, sob argumento de que teve repercussão nacional e de que o réu deve ser julgado "no distrito da culpa", onde o possível crime ocorreu. Apesar dos reveses, a defesa de Jairo conseguiu autorização para que uma testemunha considerada importante deponha.
O Tribunal de Justiça do Rio deu aval para a participação de Miriam Santos Rabelo Costa, que acusa o pai de Henry de agressões e, supostamente, saberia de algo importante sobre o caso. Questionado sobre o assunto, Leniel disse que não poderia se pronunciar,
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