Confira outros seis casos de violência no Carrefour

Último caso envolveu a morte de um homem de 40 anos, em Porto Alegre

[Confira outros seis casos de violência no Carrefour ]

FOTO: Reprodução

O Carrefour se envolveu na última quinta-feira (19), em mais um caso de violência brutal que chocou o país. A vítima da vez foi João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, espancado até a morte por dois seguranças do supermercado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, após ter discutido e ameaçado uma funcionária da loja. Essa é a sexta vez que casos de violência contra negros e animais ocorrem na empresa. Relembre outras polêmicas que envolveram a rede Carrefour:

Corpo de funcionário coberto por guarda-sóis

Não muito distante, em agosto deste ano, em Recife, o corpo de um promotor de vendas, identificado como Moisés Santos, de 53 anos, que morreu após sofrer uma parada cardíaca, foi coberto com guarda-sóis e cercado por caixas para que a loja não tivesse o funcionamento interrompido. O corpo permaneceu no local, entre 8h e 12h, até ser retirado pelo Instituto Médico Legal (IML).

Funcionária demitida após denunciar racismo

Já em setembro, no Rio de Janeiro, Nataly Ventura da Silva, 31 anos, foi demitida depois de reportar aos seus superiores ter sido vítima de racismo e de intolerância religiosa no local de trabalho. Ela foi surpreendida ao se deparar com a frase “só para branco usar” escrita em um avental assinado por um colaborador do Grupo Carrefour.

Controle de idas dos empregados ao banheiro

Em 2019, a 5ª Vara do Trabalho de Osasco, São Paulo, identificou condições consideradas degradantes para os empregados da empresa. Isso porque o Carrefour estaria controlando a ida dos empregados ao banheiro

Cão envenenado espancado por segurança

Em dezembro de 2018, um cão que estava no estacionamento de uma das lojas da empresa, em Osasco, morreu após ser envenenado e espancado por um funcionário.

Homem negro agredido após abrir lata de cerveja

Também em 2018, funcionários da empresa em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, agrediram Luís Carlos Gomes porque ele abriu uma lata de cerveja dentro da loja. Apesar do cliente reiterar que pagaria pelo item, ele foi perseguido pelo gerente da unidade e por um segurança e depois encurralado em um banheiro, onde recebeu um mata-leão.

Homem confundido com ladrão

No ano de 2009, seguranças da rede de hipermercados agrediram o vigia e técnico em eletrônica Januário Alves de Santana, de 39 anos, no estacionamento da uma das unidades em Osasco, São Paulo. O homem teria sido confundido com um ladrão e foi acusado de roubar o próprio carro, um veículo identificado como EcoSport.


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