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Desemprego sobe a 6,1% no trimestre até março, mas mantém mínima histórica para o período

Indicador ficou em 58,2% com queda de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior e alta de 0,4 ponto na comparação anual

Por Da Redação
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Desemprego sobe a 6,1% no trimestre até março, mas mantém mínima histórica para o período

Foto: Reprodução/AgênciaBrasil

A taxa de desocupação ficou 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio em linha com as expectativas do mercado e é o menor nível já registrado para esse período do ano desde o início da série, em 2012. 

Apesar disso, o número de pessoas sem trabalho aumentou no curto prazo. Ao todo, 6,6 milhões estavam desocupadas, alta de 19,6% em relação ao trimestre anterior, o equivalente a mais de 1,1 milhão de pessoas. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 13%, com 987 mil pessoas a menos nessa condição. 

O total de ocupados somou 102 milhões. Esse contingente recuou 1,0% no trimestre, mas avançou 1,5% em relação ao ano anterior, indicando uma recuperação ao longo de períodos mais longos. Esse movimento também aparece no nível de ocupação, que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada. 

O indicador ficou em 58,2% com queda de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior e alta de 0,4 ponto na comparação anual. Já a taxa composta de subutilização ficou em 14,3% no trimestre encerrado em março. O indicador subiu 0,9 ponto percentual em relação ao período anterior, mas recuou 1,6 ponto na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. 

Ao todo, 16,3 milhões de pessoas estavam nessa condição. Esse contingente aumentou 6,6% no trimestre com mais de 1 milhão de pessoas, mas caiu 10,1% em um ano, o equivalente a 1,8 milhão a menos. 

Veja os destaques da pesquisa: 

Taxa de desocupação: 6,1%
População desocupada: 6,6 milhões de pessoas
População ocupada: 102 milhões
População fora da força de trabalho: 66,5 milhões
População desalentada: 2,7 milhões
Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
Trabalhadores por conta própria: 26 milhões
Trabalhadores informais: 38,1 milhões
Taxa de informalidade: 37,3%

Entre os grupos que compõem esse indicador, o número de pessoas trabalham menos horas do que gostariam ficou em 4,4 milhões, sem variações relevantes nas duas comparações. Já a população fora da força de trabalho somou 66,5 milhões, estável no trimestre e com alta de 1,3% em um ano, o que representa mais de 841 mil pessoas. 

A população desalentada - que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam - ficou em 2,7 milhões. Esse grupo não apresentou mudança significativa no trimestre, mas recuou 15,9% na comparação anual, com 509 mil pessoas a menos. 
 

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