Editorial: doar órgãos é doar vida

Era desejo de Gugu que todos os órgãos fossem doados

Por Da Redação
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Editorial: doar órgãos é doar vida

Foto: Reprodução

A morte cerebral de Gugu Liberato, um dos apresentadores mais queridos da televisão brasileira, causa comoção geral e as pessoas, princialmente pelas redes sociais, manifestam carinho e mensagens de conforto pela perda de um grande profissional, pai de família e ser humano. 

Apesar do momento difícil, é reconfortante receber a notícia de que a vontade de Gugu, em vida, foi acatada pela família: todos os seus órgãos serão doados, que segundo os médicos do Orlando Health Medical Center, podem beneficiar até 50 pacientes. 

O assunto, aliás, é pertinente. Doação de órgãos é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes, o transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação.

A conscientização é, infelizmente, uma sensibilização a ser constantemente trabalhada junto à população porque os números de doação são baixos. São cerca de 45 mil pessoas na fila de espera por um transplante, diante de apenas 3.530 doadores efetivos (uma estimativa em números absolutos de doadores efetivos este ano no Brasil). Doar órgãos é doar vida.

Gugu, em outro plano astral, deixa um recado importante para nós: ele escolheu a vida. Porque a vida é eterna; a morte não é o oposto da vida, morte é o oposto do nascimento. Com este geste humanitário e tão exemplar, em dias atuais de ódio e desunião, o eterno Gugu viverá para sempre na memória dos brasileiros e, seus órgãos, vai fazer muitas pessoas viveram para que a humanidade siga em frente, entre gente de luz como ele é.

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