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Em meio ao caso Marco Buzzi, Fachin põe combate ao feminicídio entre prioridades do CNJ em 2026

Ministro abriu primeira sessão da Corte nesta terça-feira (10)

Por Da Redação
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Em meio ao caso Marco Buzzi, Fachin põe combate ao feminicídio entre prioridades do CNJ em 2026

Foto: Luiz Silveira/Ag.CNJ

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, abriu nesta terça-feira (10) a primeira sessão ordinária de 2026 e apresentou as prioridades da gestão para o ano.

Na ocasião, o ministro destacou o enfrentamento ao feminicídio e o combate à violência doméstica e sexual contra meninas e mulheres.

“Possamos, ao longo deste ano, avançar de forma conjunta no fortalecimento das instituições, na modernização da Justiça e na entrega de resultados concretos à sociedade brasileira. Nesse sentido, conduziremos iniciativas importantes, especialmente no combate aos feminicídios e à violência contra meninas e mulheres”, afirmou.

A declaração ocorre em meio ao afastamento do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi, de 68 anos, acusado de assediar uma mulher de 18 anos em uma praia de Santa Catarina.

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Além disso, Fachin afirmou que o CNJ também vai concentrar esforços na conclusão do mapeamento da atuação da criminalidade organizada e na definição de estratégias para o enfrentamento do problema. As políticas de equidade racial também integram a agenda prioritária do Conselho.

Na área da saúde, o ministro anunciou uma parceria entre o CNJ, o STF e o Ministério da Saúde para a implantação da Plataforma Nacional da Saúde, voltada à gestão do fornecimento de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) e à melhoria da governança dos processos relacionados à judicialização da saúde.

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