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Caso Master: Ex-presidente do BRB deseja firmar acordo de delação premiada e pede transferência da Papuda

Paulo Henrique Costa foi preso na Operação Compliance Zero, suspeito de não seguir práticas de governança e assegurar negócios com o Banco Master sem lastro

Por Da Redação
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Caso Master: Ex-presidente do BRB deseja firmar acordo de delação premiada e pede transferência da Papuda

Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, preso na Operação Compliance Zero, manifestou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça o seu interesse em firmar um acordo de delação premiada no caso do Banco Master.

"O requerente sinalizou interesse em cooperar com as autoridades competentes, possivelmente por meio de colaboração premiada", diz o documento encaminhado ao magistrado, que é relator do caso no STF, assinado pelos advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino.

No entanto, a defesa pontua que a proposta de delação "depende da convergência de alguns fatores".

Os advogados também ressaltaram que o ex-presidente do BRB deve ser ouvido pela Procuradoria Geral da República (PGR) para que "possa exercer, de forma plena, seu direito à autodefesa, ao tempo em que a defesa técnica possa desempenhar seu papel constitucional com a maior efetividade possível, assegurando-se a máxima, senão plena, confidencialidade entre advogado e cliente".

A defesa também se colocou à disposição das autoridades. Além disso, os advogados desejam pedir a transferência de Paulo Henrique Costa do Complexo Penitenciário da Papuda para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Preso na Operação Compliance Zero

Paulo Henrique Costa está preso em Brasília desde a última quinta-feira (16), como forma de desdobramento de uma nova fase da operação Compliance Zero.

O ex-executivo é suspeito de não seguir práticas de governança e assegurar negócios com o Banco Master sem lastro, ou seja, sem que ocorressem ações ou dinheiro em caixa para poder honrar as negociações.

Investigadores informaram que Paulo Henrique teria realizado acordo de propina com Vorcaro, que envolvia seis imóveis, calculados em R$ 146 milhões, em troca de facilitar o esquema envolvendo o banco.

Na última quarta-feira (22), a Segunda Turma do STF deu início ao julgamento da manutenção da prisão preventiva de Paulo Henrique Costa. Na sexta-feira (24), o Supremo formou maioria para manter a prisão do ex-executivo.

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