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Mazda vai voltar ao Brasil este ano? Marca faz mudanças e indica que sim

Mazda busca novos mercados e troca CEO e cargo inclui expansão

Por Marcos Camargo Jr.
Às

Mazda vai voltar ao Brasil este ano? Marca faz mudanças e indica que sim

A Mazda está redesenhando sua estratégia global e mirando a expansão para mercados onde atualmente não atua, com Brasil e Argentina no radar da marca. A Mazda já atua em países como Mexico, Colômbia e Chile e recentemente nomeou novos executivos que terão como foco “novos mercados na América Latina”.
 

Com a alteração, crescem os rumores de uma suposta volta da marca que atuou com destaque no Brasil nos anos 1990. 

Estratégia global revisada e novos mercados

A Mazda tem promovido alterações em sua estrutura internacional, incluindo a nomeação de executivos com responsabilidade ampliada para mercados na América Latina, o que sugere planos mais concretos para a região. Em janeiro de 2026, a marca confirmou que o presidente da Mazda México, Miguel Barbeyto, também assumirá papel de direção para novos mercados latino-americanos, incluindo o Brasil.

Segundo a estratégia divulgada, a abordagem envolve expansão geográfica e fortalecimento de operações existentes, com foco no desenvolvimento de produtos e serviços adaptados às preferências locais. 

Mazda já esteve no Brasil 

No entanto, a participação no Brasil não é inédita: a marca operou no país entre a década de 1990 e 2000, vendendo modelos como o Mazda 626, MX-3, MX-5 Miata e Protegé. As operações foram encerradas no ano 2000 em meio a turbulências cambiais e mudanças no ambiente econômico nacional, que elevaram custos de importação e reduziram a competitividade da marca frente a concorrentes já estabelecidos no mercado.  

A estratégia global da Mazda inclui um plano de eletrificação flexível, conhecido como “Lean Asset Strategy”, que visa racionalizar investimentos em desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos, reduzir custos e acelerar a introdução de tecnologia em novos produtos. Esse modelo pode facilitar a adaptação da marca a mercados com demandas por eficiência energética e menores emissões — como o brasileiro, que gradualmente adota normas mais rígidas.  

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