Novo deve definir vice de Romeu Zema apenas em agosto, diz presidente do partido

Eduardo Ribeiro afirma que negocia alianças, especialmente com o Podemos, enquanto Zema diz buscar um "vice ficha limpa"

Por Da Redação
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Novo deve definir vice de Romeu Zema apenas em agosto, diz presidente do partido

Foto: Reprodução/YouTube/ACSP

O presidente nacional do Partido Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou neste sábado (18) que a definição do candidato a vice na chapa de Romeu Zema à Presidência da República deve ocorrer apenas após a convenção da sigla, marcada para 27 de julho, em Brasília. Segundo ele, a escolha deve ficar para o fim do período das convenções partidárias, no início de agosto.

Durante coletiva de imprensa após o Encontro Nacional do Novo, em São Paulo, Ribeiro disse que o partido mantém conversas com outras legendas para uma possível composição, com destaque para o Podemos.

"Ainda não temos uma definição de vice, temos conversado com alguns partidos, em especial eu tenho conversado com o Podemos, tenho uma ótima relação com a Renata (Abreu, presidente do Podemos), acho que é uma possibilidade a gente fazer uma composição. Provavelmente vai ficar mais para o final da janela dos prazos das convenções, dia 5 de agosto, depois da convenção", afirmou.

No mesmo evento, Romeu Zema evitou apontar um nome de preferência para ocupar a vice-presidência e afirmou apenas que deseja um companheiro de chapa com ficha limpa.

O pré-candidato também minimizou seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto. Segundo levantamento Genial/Quaest divulgado nesta semana, Zema aparece com 2% das intenções de voto no primeiro turno, em empate técnico com Ronaldo Caiado (PSD), que registra 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%.

"Em 2018, quando eu disputei pela primeira vez o governo de Minas, eu estava muito pior. A preocupação do brasileiro hoje é em arrumar dinheiro para pagar a conta de energia dele que venceu antes de ontem e ele não conseguiu pagar. O brasileiro está extremamente distante do modo eleição e do modo campanha. O brasileiro só vai sintonizar, ligar o seu radar para as campanhas, principalmente majoritárias, governador, presidente, na véspera, quando começar os debates. E nós ainda estamos no meio de uma investigação, de uma possível delação. Muita coisa pode surgir até a data da eleição", declarou, em referência às investigações relacionadas ao Caso Master.

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