Prevenir incêndios florestais

Confira o editorial desta segunda-feira (5)

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FOTO: Divulgação

A temporada de seca mais intensa se concentra entre os meses de agosto e setembro e as unidades de conservação em todo o país já devem começar com as ações preventivas contra os incêndios florestais. 

Equipes de brigadistas do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio), por exemplo, já iniciaram as queimas controladas no interior dos parques nacionais da Serra da Canastra (MG) e Chapada dos Guimarães (MT).

Para prevenir e combater as queimadas nas áreas protegidas, o ICMBio elaborou um cronograma de trabalhos estratégicos a ser executado nos próximos meses nas unidades de conservação com histórico de incêndios florestais e maior risco de serem atingidas por queimadas neste ano. 

No Brasil, 95% dos incêndios florestais são causados pela ação humana, seja de forma proposital ou acidental. Os incêndios florestais podem ter causas diversas, como a queima para plantio, queima para rebrota de pastagem, vandalismo, velas para rituais religiosos, fogueiras, balões e queima de lixo, entre outros.

É considerado incêndio florestal todo fogo fora de controle em qualquer tipo de vegetação, seja em plantações, pastos ou áreas de mata nativa. 

Os incêndios podem causar grandes prejuízos à biodiversidade, ao ciclo hidrológico e ao ciclo do carbono na atmosfera. Além de destruir a vegetação nativa e matar muitos animais selvagens, um incêndio florestal também pode causar sérios prejuízos financeiros e, até mesmo, colocar em risco a vida de pessoas e de animais domésticos.

Em outras palavras, os incêndios florestais, além de queimarem lavouras, pastos e áreas naturais, podem atingir casas, galpões, armazéns e instalações rurais, como celeiros, galinheiros, viveiros, chiqueiros e currais.


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