Viagem de Alckmin ao México tem retorno adiado após falha em aeronave

Chegada do vice-presidente à Brasília foi prevista para a noite de sexta-feira (29)

Por Da Redação
Às

Atualizado
Viagem de Alckmin ao México tem retorno adiado após falha em aeronave

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O retorno do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, ao Brasil, após missão oficial no México, sofreu atraso devido a uma falha técnica na aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). O problema, identificado em uma mangueira semi-hidráulica, ocorreu durante escala em Cali, na Colômbia, para reabastecimento.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, a FAB recomendou que Alckmin permanecesse em solo colombiano até a chegada de outra aeronave enviada de Brasília. O pouso na capital federal foi estimado para por volta das 21h de sexta-feira (29). Segundo a pasta, "todos estão bem e em segurança".

A comitiva do vice-presidente incluiu os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Simone Tebet (Planejamento), além da secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, e presidentes de órgãos como a ApexBrasil, Conab e Anvisa. Representantes da Fiocruz, do Instituto Butantan, empresários e membros da Confederação Nacional da Indústria (CNI) também participaram da missão.

A viagem teve como objetivo estreitar relações comerciais entre Brasil e México, especialmente diante das sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Nos próximos 12 meses, os dois países devem discutir a ampliação dos acordos vigentes de comércio e investimentos.

“Foi um trabalho bastante amplo e bastante proveitoso. Vou levar ao presidente Lula uma boa notícia de que o Brasil e o México estão mais próximos em benefício das nossas populações e como motor do desenvolvimento da América Latina”, afirmou Alckmin na quinta-feira (28).

Atualmente, o comércio bilateral é regido pelos Acordos de Complementação Econômica 53 e 55. O primeiro abrange cerca de 800 linhas tarifárias de produtos não automotivos, enquanto o segundo trata especificamente do setor automotivo.

“O que nós estamos trabalhando com o México é atualizar, ampliar os acordos de comércio exterior e investimento. Eles têm mais de 20 anos. No caso do ACE-53, ele cobre praticamente 12% do fluxo do comércio bilateral. Uma cobertura pequena. Foi feito um entendimento para discutir a ampliação”, destacou o vice-presidente.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário

Nome é obrigatório
E-mail é obrigatório
E-mail inválido
Comentário é obrigatório
É necessário confirmar que leu e aceita os nossos Termos de Política e Privacidade para continuar.
Comentário enviado com sucesso!
Erro ao enviar comentário. Tente novamente mais tarde.