Vídeo: “Credcesta dava prejuízo desde os tempos de ACM", diz Rui Costa
A fala ocorreu durante uma entrevista ao programa JR Entrevista da TV Record, na segunda-feira (23).

Foto: Reprodução/ Redes Sociais de Rui Costa.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), afirmou que a operação de cartão consignado, o Credcesta, já dava prejuízo ao governo desde a gestão de Antônio Carlos Magalhães (ACM). A fala ocorreu durante uma entrevista ao programa JR Entrevista da TV Record, na segunda-feira (23).
Em um recorte da entrevista publicada nas redes sociais, Rui Costa compara a venda do “supermercado falido”, ocorrida na época em que era governador, à venda de um carro velho que dava prejuízo, argumentando que a decisão foi tomada diante da necessidade de salvar algo que não podia ser sustentado pela máquina pública e nem concorrer com a iniciativa privada.
“Então a gente queria vender algo falido, que tinha 400 lojas na Bahia, com milhares de empregados, para tentar salvar. Aquilo, do ponto de vista público, nunca tem como sustentar um supermercado público concorrendo com a iniciativa privada”, disse.
Em seguida, o petista afirma que a ideia do Credcesta já causava prejuízo desde a época de ACM, destacando que o prejuízo era coberto pela própria população.
“Foi uma péssima ideia quando Antônio Carlos Magalhães fez e ele deu prejuízo enorme num estado pobre e a maioria da população de baixa renda, que cobria prejuízo do supermercado todo ano”, disse.
Rui Costa, por fim, comentou sobre os leilões realizados, complementou que as responsabilidades “devem ser apuradas”, mas expressou que, em sua opinião, a responsabilidade maior “chama-se Campos Neto, presidente do Banco Central”.


